sábado, 2 de outubro de 2010

Jogos e brincadeiras para animar o recreio da garotada

a) Tira, tira o rabo

Dividir as crianças em dois ou três grupos. Cada grupo recebe uma

tira de papel crepom de uma determinada cor (se forem três grupos

deverão ser três cores), que será colocada no elástico do short

ou da calça comprida.

Dado um sinal (apito ou palma), cada participante tentará tirar a

fita dos grupos oponentes. Ganha o grupo que chegar ao final com

um número maior de participantes com a fita de sua equipe. Observação:

junto com as crianças podem ser convencionadas outras

regras para esta atividade. Exemplo: não poderá segurar fita, não

poderá ficar encostado na parede, etc.

b) Onde está o animal

As crianças ficam dispostas em círculo e uma delas fica no meio,

com os olhos vendados. Uma criança indicada por gesto da professora

imita o som de um animal. Por exemplo: cachorro “au,

au”; a criança com os olhos vendados deverá ir em direção ao som

emitido. Podem ser feitas várias tentativas (mais ou menos três). Se

acertar quem emitiu o som, as crianças trocam de lugar. Uma delas

vai para o centro, com os olhos vendados. Observação: as crianças

que estão no círculo não podem se movimentar.

c) A galinha e os pintinhos

Colocar as crianças sentadas em círculo e uma delas no centro, com

os olhos vendados (ela será a galinha) e dois ou três objetos no chão,

próximos da galinha, que representem os pintinhos. Ao sinal da

professora (por gesto, não pelo som), uma criança levanta-se

silenciosamente e tenta pegar um dos “pintinhos”. Se a galinha pressentir,

começará a fazer “có, có, có”.

Nesse momento, todas as crianças da roda colocarão as mãos para

trás e a “galinha” tentará descobrir quem pegou seu “pintinho”.

Se descobrir, continuará sendo a “galinha”, senão, quem pegou o

“pintinho” é que será a nova “galinha”.

Observação: é possível realizar a brincadeira utilizando “outros animais”.

d) Brincando de gato e rato

Com as crianças em pé, colocadas em círculos com cinco a seis crianças,

com as pernas em afastamento lateral, deixar uma criança ao centro,

como “rato”, e a outra fora do círculo, como “gato”. Este último

vai tentar entrar no círculo passando pelas pernas afastadas da criança

(como se fosse túnel) para pegar o “rato”; e o primeiro vai se esforçar

para não ser apanhado, passando, para se defender, também pelo “túnel”.

Se o gato pegar o rato, os dois serão substituídos. É necessário

ter o cuidado de fazer com que todas as crianças participem.

e) Passarinho no poleiro

Deixando as crianças à vontade e tendo à vista vários objetos (como

pneus, bancos, pedaços de madeira, etc.), a professora fala:

“A criança que não conseguir se empoleirar será o passarinho”.

E, assim, por meio do comando da professora, eles trocam de poleiros,

e o “passarinho” tentará pegar o lugar de alguém que, com os pés

no chão, não conseguiu pegar nenhum poleiro. A brincadeira segue

enquanto houver interesse e entusiasmo por parte das crianças.

f ) Jogo dos animais

O professor poderá fazer círculos de três cores no chão ou usar

bambolê de três cores (número de círculos de acordo com o número

de crianças). Cada criança escolhe o seu lugar e a professora estabelece

para cada cor um animal. Exemplo: amarelo – gato / azul

– cachorro / vermelho – passarinho. Regra: cada vez que o animal

“falar”, os que o representam deverão trocar de lugar fazendo a sua

voz. Os outros animais não deverão sair do seu lugar.

A professora poderá criar uma história envolvendo os animais que estão no jogo.

Observação: este jogo poderá ser substituído por frutas, personagens

de uma história, personagens criados pelas próprias crianças, etc.

domingo, 19 de setembro de 2010

DIA DA BIBLIA

Para os católicos, o dia da Biblia é comemorado em 30 de setembro. Para os evangélicos, no 2º domingo de dezembro. Sabe -se que a Biblia deve ser um livro que devemos consultar todos os dias.

Jogral: A Bíblia e o Celular

• Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?

• E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

• E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia?

• E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório... ?

• E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

• E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

• E se a déssemos de presente às crianças?

• E se a usássemos quando viajamos?

• E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Mais uma coisa: Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela "pega" em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.

E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida. "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto"! (Is 55:6)

Esta postagem encontrei no blog Trabalhinhos. Vai aí os devidos créditos.

sábado, 28 de agosto de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

OS PAIS PERANTE O RENDIMENTO ESCOLAR


José Manuel Cervera e José Antonio Alcázar

Já escrevemos anteriormente que o primeiro motivo que provoca a relação dos pais com o colégio dos filhos é o da melhoria dos resultados escolares. E é lógico que assim seja. Deve ser um objetivo fundamental dos pais protagonistas da educação dos filhos que estes consigam desenvolver ao máximo todas as suas capacidades intelectuais: esse seria o verdadeiro êxito escolar do filho.

ÊXITO ESCOLAR = DESENVOLVIMENTO MÁXIMO DAS CAPACIDADES
INTELECTUAIS MAIS FORÇA DE VONTADE NO ESTUDO

Também a escola e, portanto, o professor do nosso filho devem ter o mesmo objetivo e então, nas entrevistas com o professor, ainda que o rendimento escolar seja sempre um tema a tratar, analisá-lo-emos no contexto do nosso objetivo fundamental que é a educação integral do nosso filho e não nos limitaremos à visão limitada que suporia preocuparmo-nos apenas com a sua instrução.

A responsabilidade dos estudos recai sobre os pais, os professores e sobre o filho-aluno. É uma responsabilidade partilhada e, portanto, nenhuma das três partes deve permanecer à margem desta tarefa ou ter ópticas diferentes.

Nós, os pais, não podemos esquecer que o protagonista da aprendizagem é o nosso filho, o estudante, e que nunca pode ser sujeito passivo do processo educativo
Para a aquisição de conhecimentos não basta que os professores expliquem e exijam, é preciso que o aluno realize o trabalho correspondente de aprender, que não é só <<compreender>> mas analisar, completar ou ampliar, memorizar, etc. Como costumamos dizer:

QUE O ALUNO ESTUDE

O estudo é o instrumento necessário para a educação intelectual que inclui:

- Aprender a pensar;

- Adquirir a capacidade de discernimento para chegar a ser uma pessoa que saiba escolher;

- Obter a cultura que, se é autêntica, é uma forma de viver, etc.

O estudo infui no desenvolvimento de toda a personalidade, pois partimos da idéia de que:

O ESTUDO É O TRABALHO DO ESTUDANTE

Suponho que a alguns parecerá que esta frase destacada é evidente. Estamos com ela a querer sublinhar que um objetivo básico do estudo é conseguir a educação para o trabalho, que os nossos filhos reconheçam o papel do trabalho nas nossas vidas.

É preciso 'motivar' os filhos para que queiram estudar e conseguir que possam e saibam fazê-lo. Necessitarão:

MOTIVAÇÃO PARA O TRABALHO E TÉCNICAS DE ESTUDO

A motivação para o estudo mais intenso será:

UM BOM AMBIENTE DE TRABALHO E NA NOSSA FAMÍLIA

Quando na família se respira um clima de trabalho bem feito, quando os pais tornam os filhos participantes das suas aspirações profissionais, na medida em que as podem entender, quando o trabalho ocupa um lugar objetivo - nem ociosidade nem <<profissionalite>> - e é aceite numa atitude de serviço, então, e só então, o ambiente familiar é uma motivação grande para os estudos dos filhos.

Os filhos valorizam muitíssimo a laboriosidade dos pais e a sua dedicação à família. O seu exemplo é decisivo para os ajudar a ser bons trabalhadores: é o melhor estímulo para os filhos. Sobretudo no caso dos alunos mais jovens: de nada serve que um pai trabalhe muitas horas fora de casa se, ao chegar, não realiza tarefa alguma em benefício da família, porque "está muito cansado".

Há pais a quem parece que só os preocupa na educação dos filhos que obtenham boas notas, pois reduzem a educação ao êxito escolar, como primeiro passo do futuro êxito social.

Estes pais que se ficam pelo resultado e se esquecem da educação como processo, como é necessária a mudança da pessoa do filho através do tempo, não estão a tratar os filhos como seres livres. Assim, a educação converte-se em treino, pois não se conta com os motivos, convicções e preferências de cada filho.

Para que o estudo seja um trabalho educativo deve pôr em jogo as faculdades pessoais, isto é:

- deve ser livre, realizado intencionalmente;

- assumindo a responsabilidade da própria tarefa.

Depois, para que o estudo seja um trabalho livre e possa servir como meio de educação, deve dar prioridade à pessoa, e não ao resultado objetivo desse trabalho.

Por conseqüência, é preciso indicar aos filhos ou alunos as razões do seu trabalho, sem reduzir o horizonte das tarefas escolares ao cumprimento de uma obrigação penosa que não haveria mais remédio senão fazer enquanto não chega o tempo das férias.

EDUCAR É DESPERTAR NOS ALUNOS:

A SATISFAÇÃO PELA OBRA BEM FEITA, DESENVOLVER
A SUA CAPACIDADE PARA TRABALHAREM BEM

Portanto, nós, os pais, sob o ponto de vista educativo, devemos atender prioritariamente, quanto ao estudo dos nossos filhos, ao trabalho e ao esforço que realizam, e só depois ao nível objetivo alcançado: as notas ou classificações escolares.

Uma boa medida será sem dúvida seguir dia a dia, de maneira prudente mas real, os estudos dos filhos, ajudando-os discretamente a manter a exigência de um plano diário de estudo.

Os pais devem evitar as reações desproporcionadas perante as notas. Dissemos que o importante é o esforço que o filho despendeu, não os resultados alcançados. Uma nota elevada sem esforço não merece um prêmio e, por vezes, uma aprovação pode ser motivo para uma celebração.

Os filhos melhor dotados, os de notas elevadas sem esforço, correm o risco de não ser educados numa virtude tão fundamental como a laboriosidade. De acordo com o orientador escolar, teremos que preparar-lhes um plano pessoal de estudos que fomente os seus hábitos de trabalho.

As classificações escolares devem servir para :

REFLETIR E DIALOGAR COM O NOSSO FILHO E PROCURAR
SOLUÇÕES QUE MELHOREM O SEU TRABALHO-ESTUDO

Em conclusão, a exigência dos pais quanto ao rendimento escolar de um filho deverá ser coerente com as capacidades reais desse filho e centrar-se não nos resultados mas no esforço.

Para ajudar os nossos filhos nos seus estudos, temos de assegurar em casa, com as ações adequadas, as condições favoráveis para que trabalhem todos os dias:

- lugar tranqüilo para estudar;

- um ambiente familiar que anime a estudar;

- um horário de estudo que se respeita sem interrupções;

- o controle severo sobre a televisão, etc.;

- mostrando sempre interesse pelo trabalho que realiza o filho.







Condensado do livro: As Relações Pais-Colégio, José Manuel Cervera
e José Antonio Alcázar , Editora Rei dos Livros

A responsabilidade dos estudos recai sobre os pais, os professores e sobre o filho-aluno. É uma responsabilidade partilhada e, portanto, nenhuma das três partes deve permanecer à margem desta tarefa ou ter ópticas diferentes.









terça-feira, 27 de julho de 2010

Veja que linda ideia de lembrancinha para o papai
Encontrei no blog Gente Miúda- da Mari.
Está aí  os devidos créditos





segunda-feira, 26 de julho de 2010

PARA BRINCAR E SE DIVERTIR

SUPERBOLHA DE SABÃO

DO QUE VOCÊ VAI PRECISAR
  • 4 colheres de sopa de detergente
  • Meio litro de água
  • 4 colheres de sopa de gelatina em pó sem sabor
  • Canudinho para soprar
  • 1 colher para medir e mexer
  • 1 jarra para colocar o liquido
COMO FAZER
  • Coloque a água dentro de uma jarra junto com as 4 colheres de sopa de detergente.
  • Mexa bem devagar, com uma colher, sem fazer espuma.
  • misture nesse liquido, 4 colheres de sopa de gelatina em pó, sem sabor, e mexa novamente até desfazer bem.
  • Coloque a mistura na geladeira por alguns minutos antes de usar, assim suas bolhas vão durar mais.
  • Quando estiver pronto, é só emrgulhar uma canudo e soprar devagarinho.
   AS SUPERBOLHAS DURAM MAIS TEMPO PORQUE A GELATINA FAZ AS BOLHAS FICAREM MAIS RESISTENTES.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

SELINHO QUE GANHEI DO BLOG DA BETE

Poesia no varal

Poesia no varal
 
 Objetivos: estimular o gosto pela leitura de poemas; sensibilizar os alunos com relação á importância da poesia e da criação de novas sensibilidades; possibilitar a leitura de poemas pelo viés do lúdico.

 Números de participantes: 20 a 30.

 Tempo de duração: 1h30 min.

 Recursos necessários: diversos poemas, jornais, revistas, papel sulfite, cola, tesouras, cordão, grampea-
 dor, canetas, som, CD com músicas tranquilas.

  Passo a passo

 Colocar diversos poemas estendidos num varal e solicitar aos participantes que os leiam silenciosamente. ( se as crianças não sabem ler, solicitar que escolham um poema para ser lido pelo(a) professor(a)  Enquanto eles passeiam os olhos pelos poemas, o professor colocará uma música tranquila.

 Solicitar que cada aluno escolha um poema para que seja representado por figura, foto, ilustração e   palavras, que serão retiradas dos jornais e/ou revistas.

 Após a escolha do material, montar o trabalho na folha de papel sulfite e pendurar em outro varal.

 Depois que os trabalhos forem expostos no varal, os alunos farão outro passeio com a finalidade de identificar qual poema está sendo representado por aquele material. Todos devem opinar.

 Finalmente, solicitar a experiência, pedindo a cada um que fale sobre o poema escolhido e como ele foi representado.      

SABEDORIA

SABEDORIA

HÁ DOIS TIPOS DE SABEDORIA: A INFERIOR E A
SUPERIOR.
A SABEDORIA INFERIOR É DADA PELO QUANTO ELA TEM CONSCIÊNCIA DE QUE NADA SABE.
TENHA A SABEDORIA SUPERIOR SEJA UM ETERNO APRENDIZ NA ESCOLA DA VIDA.
A SABEDORIA SUPERIOR TOLERA, A INFERIOR JULGA ; A SUPERIOR ALIVIA; A INFERIOR CULPA; A SUPERIOR PERDOA, A INFERIOR CONDENA.
(AUGUSTO CURY)